Carpe Diem Academia
  • Comida: meu bem meu mal

    Postado em mai 15.12 na categoria bem estar

    Protagonistas nas mesas de celebração, e até aliados nos momentos de dor, os alimentos são prontamente requisitados assim que um sentimento eclode. Seja ele positivo ou negativo.

    Da paulista Palmirinha Onofre ao inglês Jamie Oliver, são dezenas de apresentadores televisivos e chefs de cozinha que, no mundo todo, se dedicam a despertar, em seus telespectadores, a emoção sensorial que o preparo e a degustação de um prato são capazes de proporcionar. Não à toa o sucesso é absoluto. Mais do que uma necessidade fisiológica, o ritual da alimentação é um dos prazeres mais intensos do nosso cotidiano. E tem tudo a ver com o estado de espírito. Para desvendar essa relação, SAÚDE! entrevistou alguns dos maiores especialistas em comportamento alimentar. Saboreie alguns insights desses experts a seguir. E bom apetite!

    Por que certos alimentos, especialmente os mais doces e gordurosos, conferem a sensação de prazer em momentos de depressão e ansiedade?
    “Durante experiências depressivas ou ansiosas, a necessidade de obtenção de prazer por meio de um sistema de recompensa costuma se exacerbar”, explica o psiquiatra Alexandre Azevedo, coordenador do Grupo de Estudos em Comer Compulsivo e Obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo. “E os alimentos cheios de açúcar e gordura, como o chocolate e os molhos, por serem mais saborosos, proporcionam essa sensação depressa”, complementa a endocrinologista Ellen Paiva, diretora do Centro Integrado de Terapia Nutricional, na capital paulista.

    As limitações impostas por uma restrição alimentar são capazes de se tornar frustrantes a ponto de conduzir a um estado de depressão?
    “Sim, já que comer e beber, além de conferir bem-estar, faz parte dos rituais de socialização”, opina Lara Natacci, autora do livro Anorexia, Bulimina e Compulsão Alimentar, da Editora Atheneu. “Ou seja, uma dieta muito rígida não só priva o indivíduo do prazer que os alimentos oferecem como também conduz ao isolamento, favorecendo o estado depressivo.”

    A partir de que ponto recorrer à comida como válvula de escape se torna prejudicial?
    “Nunca a perda de controle e o aumento excessivo de um padrão habitual podem ser considerados algo positivo”, dispara Azevedo. “Às vezes, nos alimentamos quando estamos sem fome, em ocasiões festivas ou de confraternização. Entretanto, comer por tristeza ou melancolia traz o sentimento de culpa, o que é ainda pior do que o próprio exagero”, completa Ellen.

    Que problemas na relação com a comida podem culminar em um transtorno alimentar?
    “Não raro tudo começa com uma simples dieta para eliminar alguns quilos”, avisa Lara. Segundo ela, é comum que a pessoa passe a reprimir a fome até chegar a um ponto em que deixa de manifestar esse impulso. “Também existem evidências de que a pressão social pela boa forma na adolescência, os traumas de infância, o perfeccionismo e a presença da doença na família colaboram com esses distúrbios”, conclui.

    Quais os perigos de transferir o vício de um item potencialmente nocivo, como o álcool e o cigarro, para os alimentos?
    Antes da resposta, Alexandre Azevedo faz uma correção: “Existem substâncias capazes de provocar dependência química, como o álcool, o tabaco e as drogas ilícitas, diferentemente da comida, que, portanto, não promove vício”, esclarece. Algumas pessoas, porém, tendem a apresentar um comportamento compulsivo. “Ao parar de fumar, é esperado que o indivíduo se sinta ansioso e busque nos alimentos o alívio para esse sentimento”, afirma Lara Natacci. “Existem casos também em que o hábito mecânico de acender um cigarro ou beber um copo de uísque é substituído pelo de comer compulsivamente”, conta.

    Por que alguns alimentos se tornam proibitivos?
    “Quando itens muito calóricos, ricos em gorduras saturadas ou açúcares são ingeridos de maneira abusiva, eles se tornam verdadeiros promotores de doenças”, afirma Ellen Paiva. No rol das enfermidades, estão inclusos o diabete, a obesidade e os problemas cardiovasculares. “Mas as grandes porções e a frequência de consumo é que são os vilões. Consumido em pequena quantidade, nenhum alimento precisa ser banido do cardápio, exceto se houver dificuldade em controlar sua ingestão”, responde a endocrinologista.

    Por que algumas pessoas perdem a fome quando estão tristes ou nervosas?
    “De fato, há indivíduos que reagem dessa maneira. Outros, diferentemente, apresentam o aumento do apetite. Ou, então, não observam mudanças diante de uma situação de tristeza ou de ansiedade”, revela Azevedo. De acordo com o psiquiatra, o elo entre essas emoções e a vontade de comer seriam os neurotransmissores, substâncias que conduzem informações elétricas entre os neurônios, como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina. “Eles regulam tanto o estado de humor como o equilíbrio entre a fome e a saciedade”, explica. Em outras palavras, quando esses condutores químicos são alterados devido a questões emocionais, pode ocorrer um desequilíbrio no apetite.

    É verdade que as mulheres têm maior tendência a utilizar a comida como uma válvula de escape do que os homens?
    “Nem sempre. Comer compulsivamente como uma forma de compensar o estresse pode ser uma característica tanto feminina como masculina”, avalia Lara Natacci. Mas, de acordo com a nutricionista, o fator hormonal é um agravante no caso delas. Isso porque, no período pré-menstrual, algumas enfrentam uma redução nos níveis de serotonina, que, conforme mencionamos anteriormente, é fundamental para o bem-estar. “Aí a tendência é que abusem do chocolate, por exemplo. Ele é rico em triptofano, substância precursora de serotonina”, justifica. Até porque, pelo simples fato de serem saborosas, as guloseimas promovem o prazer imediato, o que ajuda a atenuar o desconforto emocional típico dessa fase do ciclo.

    Fonte: SAÚDE!

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  • Sono e atividade física auxiliam na prevenção do câncer

    Postado em mai 08.12 na categoria Saúde

    Pesquisa recente aponta que o sono pode ser tão importante para a saúde como a prática de exercícios.

    Dia 08 de abril foi comemorado o Mundial do Combate ao Câncer, data importante para nos lembrar de que a prevenção pode ser o primeiro passo para vencer essa doença. Tornar o corpo mais resistente e manter uma saúde equilibrada são medidas que em longo prazo, podem fazer a diferença e evitar o desenvolvimento de inúmeros tipos de câncer.

    A consultora do sono, Renata Federighi, aponta para importância do repouso principalmente para quem pratica esportes, como indica uma recente pesquisa do Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos. O estudo revelou que mulheres que praticam exercícios físicos constantemente têm uma probabilidade 25% menor de desenvolver qualquer tipo de câncer. Porém, a pesquisa atestou que essas mesmas voluntárias que praticam exercício regularmente, possuem um risco 47% maior de desenvolver câncer, caso não durmam tempo suficiente para o organismo recuperar suas energias.

    Isso significa que boas noites de sono devem estar alinhadas a uma rotina saudável de prática de exercícios, caso o contrário, o resultado é inverso ao esperado: ao se exercitar sem o descanso noturno, ocorre uma antecipação do envelhecimento celular e um aumento da predisposição para o surgimento de tumores.

    “Durante a noite, as células precisam repousar completamente para não perder sua eficiência e sofrer mutações que são as causas para o aparecimento de um câncer. As poucas horas de sono também prejudicam o sistema imunológico e favorecem quadros inflamatórios, deixando o corpo mais vulnerável a tumores”, afirma Renata Federighi, consultora do sono da Duoflex.

    Além disso, a consultora explica que existe uma relação direta entre o sono e obesidade: “A privação do sono desregula a secreção da leptina; que controla a sensação de a saciedade, fazendo com que o individuo passe a comer mais e a produção do GH; que entre outras funções, ajuda a manter o tônus muscular, evita o acúmulo de gordura, melhora o desempenho físico e combate a osteoporose.

    Embora a necessidade das horas de sono seja uma característica individual, a média da população adulta necessita de 7 a 8 horas de sono diárias para que haja um reparo das funções do organismo, já que dormir não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico: durante o sono ocorrem vários processos metabólicos, que se alterados, pode afetar o equilíbrio de todo o organismo a curto, médio e em longo prazo.

    Fonte: Vida Equilíbrio


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  • Frutas e vegetais para bronzear a pele

    Postado em abr 27.12 na categoria Dicas, Nutrição

    Pigmentos que colorem os alimentos podem interferir na tonalidade da cútis.

    Foi o que concluíram pesquisadores da Universidade de St. Andrews, na Escócia, depois de avaliarem a dieta de 35 estudantes e as mudanças na cor da cútis durante seis semanas. “Percebemos que apenas duas porções diárias de frutas e vegetais foram necessárias para deixar a pele mais dourada”, informa Ross Whitehead, líder da investigação. Em outros experimentos, essa tonalidade foi considerada mais atraente e saudável. Segundo o pesquisador, o efeito luminoso está associado especialmente aos carotenoides, pigmentos que dão os tons vermelho, amarelo, laranja e verde a vários alimentos.

    Fonte: Saúde é Vital

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  • A importância da avaliação física

    Postado em abr 19.12 na categoria Dicas, Saúde, Sem categoria, bem estar

    Entenda porque passar por uma avaliação física é essencial antes de praticar qualquer exercício

    Pouca gente dá importância, mas é essencial fazer uma avaliação física antes de iniciar a prática de toda e qualquer atividade física. Cada organismo reage de uma maneira diferente aos exercícios, bem com o processo de adaptação ao ritmo das atividades físicas e o alcance do resultado final varia entre as pessoas. Daí a importância da avaliação física, mesmo que sua pretensão seja fazer exercícios em casa ou simples caminhadas pelas ruas do bairro.

    Para que serve a avaliação física?

    A avaliação física é fundamental não só para avaliar a aptidão física relacionada à saúde e ao desempenho esportivo como também para verificar sua evolução e os resultados dos exercícios. Essa avaliação consiste essencialmente em testes e exames médicos, que devem ser feitos por especialistas e servem para diagnosticar o estado atual de condicionamento físico tanto muscular, como cardiorrespiratório e analisar o percentual de gordura, além de outras avaliações como a postural.

    Ao contrário do que muitos pensam, a idade não é fator primordial e determinante das limitações aos esforços físicos, visto que uma pessoa idosa e ativa pode ter um melhor condicionamento do que uma pessoa jovem, porém sedentária.

    Basicamente, as variações e limitações são atribuídas ao estado de saúde, aos hábitos de vida e, sobretudo, as experiências anteriores quanto à prática de exercícios físicos e conseqüentemente, aos níveis de aptidão física de cada pessoa.

    Um programa de exercícios eficaz é aquele que combina adequadamente frequência, duração e intensidade dos esforços físicos, de acordo com as condições e necessidades de cada um diagnosticadas na avaliação física.

    Exercícios praticados de maneira coerente diminuem a probabilidade de ocorrerem acidentes, reduzem o risco de precipitação de acidentes cardiovasculares, lesões ortopédicas, assim como evitam desgastes indevidos, que podem provocar fadiga excessiva, tanto psicológica como física.

    Uma das principais causas de desistências logo nos estágios iniciais dos programas de atividades físicas é o desconforto provocado por certos exercícios que, naquele momento, não são os mais indicados para as condições e necessidades apresentadas por quem está praticando.

    Fonte: Dicas de Mulher

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  • Gargalhadas contra a dor

    Postado em abr 13.12 na categoria bem estar

    Estudos que saíram do forno mostram que o ditado é velho, mas funciona como se fosse a última novidade da ciência: rir (ainda) é o melhor remédio.

    Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, atesta que a risada aumenta a tolerância à dor. Um primeiro grupo de voluntários assistiu a vídeos cômicos, enquanto outra metade dos participantes viu programas bem chatos. Após a sessão, os especialistas provocaram sensações dolorosas nas duas plateias. Aqueles que deram gargalhadas puderam suportar até 10% mais dor do que os clinicamente entediados.

    “O humor é capaz de diminuir as dores devido à liberação de endorfina”, acredita Robin Dunbar, autor do experimento e diretor do Instituto de Antropologia Cognitiva e Evolutiva da Universidade de Oxford. A endorfina é um hormônio que gera euforia, atenuando o incômodo físico e o estresse psicológico. A pesquisa inglesa mostra ainda que existem risadas e risadas em relação à química do bem-estar. “O riso relaxado e social é o único que funciona. Já o polido, que soltamos por educação, não tem efeito nenhum”, sinaliza Dunbar.

    A antropóloga Mirian Goldenberg, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, observa: “A risada é uma chave para a intimidade, contato físico e emocional”. Ou seja, rir nos aproxima. Mirian destaca a importância do humor para uma boa qualidade de vida. “Ele é um meio de comunicação, que provoca um verdadeiro prazer físico e mental.”

    Especialistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desvendaram outro elo, dessa vez entre as gargalhadas e o aumento do calibre dos vasos sanguíneos. Os voluntários tiveram que assistir a dois filmes, um violento e outro de comédia. Os cientistas perceberam que o fluxo de sangue crescia 22% nas risadas e diminuía 35% durante as cenas de tensão. Por isso, Michael Miller, autor da pesquisa e diretor do Centro de Cardiologia Preventiva da universidade americana, sugere uma dose diária de risadas. “Para obter o melhor efeito para o coração, devemos rir até chorar”, diz o especialista. A cardiologista Patrícia Oliveira, do Instituto do Coração de São Paulo, finaliza: “Quando os vasos ficam dilatados, a pressão cai e há uma diminuição de outros fatores por trás do risco de doenças cardiovasculares”. O peito vai bater de alegria.

    Para rir à toa

    Indicada para todas as idades, a risoterapia ganha cada vez mais adeptos como uma maneira de superar problemas e encarar o mundo sob uma nova perspectiva. “Nós nos baseamos na risada das crianças. Os pequenos riem com o corpo, e não por meio do intelecto”, conta Mari Tereza, uma das fundadoras do Clube da Gargalhada, em Belo Horizonte (MG), grupo pioneiro na América Latina. O riso é induzido por meio de exercícios respiratórios, sons, mímicas e, principalmente, contato olho a olho. Em três meses, o indivíduo já começa a sentir os resultados do bom humor.

    Fonte: Revista Saúde! É Vital

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  • O estresse nas empresas

    Postado em abr 02.12 na categoria academias curitiba

    Algumas informações e dados importantes de pesquisas mostram que um colaborador estressado custa 40% a mais para a empresa.

    O estresse é causador de sintomas e doenças somáticas, responsável pela deterioração de relações interpessoais, causando enormes prejuízos para as empresas (em média 88 bilhões de dólares/ano só para as empresas americanas, devido a absenteísmo, diminuição da produtividade e custos médicos), segundo Simone Mello Suruagy, psicóloga da PSIQUE.

    Os sintomas do estresse no trabalho são vários:

    - Esgotamento emocional, com diminuição da capacidade física e mental;
    - Desenvolvimento de atitudes negativas, de insensibilidade ou descontrole agressivo;
    - Sensações emocionais desencorajadoras, como: falta de realização pessoal, tendência a desvalorizar  o próprio trabalho, sentimentos de vazio, esgotamento, impotência, baixa auto estima;
    - Irritabilidade frequente, inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância a frustração, comportamento paranoide ou agressivo;
    - Manifestações físicas de fundo psicossomático com fadiga crônica, dores de cabeça frequentes, insônia ou hipersonia, hipertensão arterial, desordens cardíacas e gastrointestinais entre várias outras;
    - Manifestações comportamentais compulsivas, como o consumo aumentado de café, álcool ou drogas, distanciamento afetivo dos clientes e companheiros, baixo rendimento pessoal e frequentes conflitos interpessoais no ambiente de trabalho e dentro da própria família.

    No Brasil 33 bilhões por ano são gastos sem necessidade por conta do estresse.*
    Nos Estados Unidos, cerca de 35% das companhias já têm programas de prevenção de estresse.*

    Um dos principais causadores de prejuízo nas empresas são as falta no trabalho.
    “A probabilidade de uma pessoa moderadamente estressada faltar no trabalho é o dobro daquelas que não são estressadas” Marcos Bosi Ferraz, coordenador do núcleo de pesquisa aplicada do Fleury.

    A Carpe Diem Academia criou o programa Corporate para ajudar empresas e colaboradores a evitarem o estresse no trabalho. Condições e descontos especiais para companhias que pensam no bem-estar e na qualidade de vida dos seus colaboradores.

    Benefícios para a empresa:

    - Melhoria e aumento da produtividade;
    - Diminuição dos fatores de risco;
    - Redução de custos com saúde.
    - Redução de faltas causadas pelo estresse.

    Benefícios para o colaborador:

    - Aumenta a disposição no trabalho e na auto-estima;
    - Prevenção de doenças (diminui o risco de desenvolver pressão alta, por exemplo);
    - Promove o bem-estar e reduz sentimentos de estresse.

    Contato direto Carpe Diem Corporate:
    Mariana Marchewski
    mariana@carpediemacademia.com.br
    41 3363 0400

    *Fonte O Estado de São Paulo

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  • Caminhar é o exercício preferido dos brasileiros, diz pesquisa

    Postado em mar 30.12 na categoria Caminhada

    Pesquisa realizada pela Proteste revelou que caminhar é o exercício preferido dos brasileiros. Veja como turbinar sua caminhada.

    Uma pesquisa realizada pela Proteste (associação civil que tem por objetivo a defesa do consumidor no Brasil) revelou que caminhar é o exercício preferido dos brasileiros. A atividade foi escolhida por 44% das mulheres e 41% dos homens entrevistados.

    O estudo analisou os hábitos esportivos de quase 7 mil adultos do Brasil, da Espanha e da Itália. Comparado a esses países, o índice de sedentarismo brasileiro é o mais alto. Além disso, um quarto de nossa população não faz qualquer atividade física há mais de uma década.

    Entre os entrevistados sedentários, a maioria afirma ter vontade de retomar as atividades físicas. Porém, quanto maior o período em que a pessoa está parada, mais difícil é voltar a se exercitar, pois à medida que o tempo passa o estímulo diminui.

    Ainda assim, seis em cada dez brasileiros garante que pratica alguma atividade física regularmente. Além da caminhada, futebol, musculação, pilates e ioga também estão entre os exercícios mais praticados.

    Fonte: Corpo a Corpo

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  • Quem se movimenta é muito mais feliz

    Postado em mar 20.12 na categoria Saúde, bem estar

    A liberação de substâncias químicas durante a atividade física ajuda a reduzir o estresse e aliviar a ansiedade.

    Seis horas da manhã. O despertador toca e você tem vontade de arremessá- lo pela janela. Ou, então, de virar para o lado e continuar a dormir. Mas, após alguns minutos de relutância, resolve se levantar da cama e fazer a sua caminhada matinal. “A parte mais difícil do exercício físico é sempre começar. Depois que começa, ninguém mais quer parar”, constata o professor de Educação Física Nuno Cobra, preparador físico, entre outros, de Rubens Barrichello.

    Mas ninguém precisa ser piloto de Fórmula 1 para saber que a prática regular de exercício físico traz benefícios para a saúde. Combate a obesidade, alivia o estresse, aumenta a resistência, melhora o humor, fortalece os ossos… Melhora o humor? Mas como? “A prática de exercícios físicos aumenta o nível de neurotransmissores, como a noradrenalina, a serotonina e a dopamina, que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar no indivíduo”, explica o neurofisiologista Ricardo Mario Arida, da Unifesp.

    Segundo os médicos, assim que o indivíduo começa a praticar um exercício físico, o sistema nervoso central já libera, na corrente sanguínea, substâncias que ajudam a acabar com o mau humor de qualquer um. A certa altura, essa produção atinge um determinado patamar, que torna a sensação de relaxamento e bem-estar perceptível. O melhor de tudo é que essa sensação prazerosa tende a permanecer mesmo depois de terminado o exercício.

    Abaixo a depressão!
    Um detalhe curioso, segundo o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME), é que a serotonina, uma das substâncias produzidas pelo sistema nervoso, “faz parte do mecanismo de ação de diversos medicamentos antidepressivos”. “A falta desse neurotransmissor é uma das principais causas da depressão”, completa o biomédico Maurício de Mello Martinho, do Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício (CEFE).

    Por essa razão, a prática regular de exercícios físicos – pelo menos 30 minutos por dia, cinco dias por semana – costuma ser indicada para portadores de ansiedade e depressão. “A prática regular de exercícios físicos está associada à melhora de diversas funções cognitivas, como memória e raciocínio, além de atuar também como um excelente ansiolítico e antidepressivo”, observa o cardiologista José Lazzoli.

    Mas, para os exercícios físicos surtirem o efeito desejado em pacientes ansiosos ou deprimidos, a série não pode ser das mais puxadas. “O recomendável é que o exercício seja difícil, mas não impossível de ser executado. Você nunca vai tirar um indivíduo da depressão se propuser uma série que ele jamais conseguirá cumprir. Em vez de melhorar a situação, você vai agravar o quadro depressivo do paciente”, pondera Nuno Cobra.

    Efeito anestésico
    Das muitas substâncias produzidas pelo corpo durante os exercícios físicos, uma chama a atenção em especial: a endorfina. Ao contrário das demais, ela promove alívio das dores após uma determinada carga de exercícios. Não por acaso, a palavra é uma junção de “endo” e “morfina”. Ou seja, a endorfina costuma ser descrita, por alguns especialistas, como uma espécie de “analgésico natural” já presente no corpo humano.

    Mas não são todos os exercícios físicos que provocam no indivíduo aquela indescritível sensação de relaxamento e bem-estar. “Os predominantemente aeróbicos são os mais eficientes nesses casos”, assegura o fisiologista Raul Santo de Oliveira, também da Unifesp. Entre os “predominantemente aeróbicos”, ele cita três mais comuns: caminhada, corrida e natação. Mas enfatiza: “O melhor esporte que existe é aquele que o indivíduo pratica por prazer. “

    Por isso mesmo, nada de obrigar um sujeito que gosta de canoagem a fazer judô. Ou que adora tênis a praticar hipismo. “Algumas pessoas preferem esportes individuais. Outras, coletivos. Alguns, esportes terrestres. Outros, aquáticos. O segredo é adequar as exigências (físicas e psíquicas) do esporte ao nível das capacidades (físicas e psicológicas) do atleta”, ensina Renato Miranda, especialista em Psicologia do Esporte pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). “Por fim, para saber se um esporte terá consequências positivas no humor de um indivíduo, basta seguir o provérbio: ‘identifique-se com tudo o que você ama e preencha com isso a sua vida’”, diz.

    Fonte: Revista Viva Saúde

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  • Água é saúde

    Postado em mar 14.12 na categoria Dicas, bem estar

    Os benefícios da água para o corpo, sobretudo para quem pratica esportes, vão muito além de matar a sede.

    A água é um bem precioso para a sobrevivência do planeta e, claro, para a nossa. Mas muitas vezes nos esquecemos dela, e só bebemos quando nossa boca “grita” de sede. Não somente no verão, mas no ano todo, devemos hidratar nosso corpo e beber água varias vezes ao dia, sem nos preocuparmos necessariamente com a quantidade ideal (pois ela é individual).

    Sabe aquela sensação de cansaço, falta de ânimo e até mesmo a perda de memória de curto prazo? Pois saiba que isso pode ser falta de água. Água?! Isso mesmo. Ela é essencial para o transporte dos nutrientes até nossas células e sem ela nosso pensamento fica mais lento, nosso intestino não funciona bem, nossa pele fica com aspecto ressecado, sem vida, sem viço, sem brilho…

    A desidratação também pode estar relacionada a alergias, pois um corpo bem hidratado protege o nosso sistema imunológico de intoxicações. Além disso, a falta de água também pode estar relacionada com dores generalizadas do corpo, pois quando estamos bem hidratados, as articulações e musculaturas deslizam mais facilmente, proporcionando inclusive melhor desempenho nas atividades físicas e na prática de esportes.

    Essa é para as mulheres: sabem aquele inchaço? Ele também ocorre quando estamos desidratadas, porque quando a concentração de sódio aumenta, nosso corpo compensa com a retenção de liquido. Ingerir uma quantidade adequada de água auxilia ainda no controle do apetite, pois quando o corpo está mal-hidratado, a temperatura interna sobe, estimulando a região do cérebro responsável pela sensação de fome.

    Com a idade…
    A água é importante em todas as fases da nossa vida, mas, a medida que envelhecemos, nossa percepção de sede diminui e a quantidade de água corporal reduz de forma que a maioria das pessoas normalmente se apresentam um tanto desidratadas.Quando digo desidratadas, não significa que esteja no ponto máximo de desidratação, mas sim que há uma pequena falta de água no corpo – já suficiente para causar mal-estar.

    O ideal é sempre consumir a água pura. E tome o cuidado de não tentar enganar a sede com bebidas açucaradas ou ricas em aditivos químicos. Para quem não curte muito a água pura em grandes quantidades, alternativas como água com folhas de hortelã ou chá de ervas sem adição de açúcar são boas pedidas.

    Por fim, para ajudar o corpo na hidratação, podemos também consumir alimentos como frutas, sucos de frutas naturais, ou água de coco e isotônico natural. A natureza é sabia e só precisamos ouvi-la, respeitá-la e nos motivarmos a adotar hábitos mais saudáveis para nosso corpo. As mudanças são necessárias e sempre bem vindas!

    Fonte: O2 por minuto

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  • 12 alimentos que você deve comer em 2012

    Postado em mar 07.12 na categoria academias curitiba

    Da melancia à carne de porco, passando pelo ovo e pelo kiwi, selecionamos o que vale a pena incluir no cardápio neste ano.

    É tradição de algumas grandes marcas lançar, a cada novo ano, um calendário com paisagens paradisíacas ou cobiçadas top models. Inspirados nessa mania, mas moldando-a aos padrões de SAÚDE, decidimos buscar 12 alimentos que ganharam recentemente os louros da ciência para estampar uma reportagem com o que merece ser convidado à mesa em 2012. Eles não foram alinhados com meses específicos para não passar a ideia equivocada de que seu consumo precisa ficar restrito àquele período. Esses 12 itens, que englobam desde frutas até carnes, podem integrar o cardápio ao longo de todo o ano. Então, está na hora de apreciar as curvas do pêssego, que esbanja vitaminas, o bronzeado do feijão, uma belezura em fibras, os cortes suínos mais esbeltos — quanta proteína! — e até a polpa volumosa da melancia, que vai fazer seu coração bater mais forte. Bom apetite e um saudável 2012!

    1. Kiwi: O domador da pressão

    De origem chinesa, o kiwi cruzou terras e mares até ser colocado à prova em um comparativo feito com a população escandinava. Pesquisadores do Hospital Universitário de oslo, na noruega, recrutaram 118 pessoas na faixa dos 55 anos com a pressão arterial levemente alterada e as dividiram em dois grupos: o primeiro comia uma maçã por dia — seguindo aquela velha máxima de que uma unidade diária da fruta é suficiente para manter distância do médico — e o segundo ingeria três kiwis. dois meses depois, avaliaram os voluntários e descobriram que a turma do chinês verdinho exibia uma pressão mais próxima do ideal. essa vantagem parece estar nos seus altos níveis de luteína, uma substância antioxidante que, além de proteger os olhos, reduziria a inflamação nos vasos sanguíneos. “o consumo de kiwi sozinho não vai controlar a hipertensão, mas ele pode ser incluído na dieta como um lanche ou sobremesa”, diz a nutricionista Camila Gracia, do Hospital do Coração, em São Paulo.

    2. Carne de porco: Mais magra e saudável

    Nas últimas décadas, os porcos passaram por uma espécie de dieta e seu teor de gordura caiu. os cuidados com a criação se aperfeiçoaram e hoje é difícil comprar um corte no supermercado correndo o risco de pegar um parasita. nessa onda contra o preconceito, a carne suína mostra que às vezes é uma melhor opção para quem quer manter o peso ou as taxas de colesterol adequadas. Basta lembrar que o lombo, por exemplo, carrega menos gordura que uma picanha bovina. “Cortes suínos magros são ricos em proteína e em vitaminas do complexo B, que zelam pela pele, fígado e sistema nervoso”, conta a nutricionista Mirella Pasqualin, da rG nutri, em São Paulo.
    Dicas de consumo
    Há cortes suínos magros e outros bem gordos. Se deseja manter a linha, prefira a bisteca e o lombo ao pernil e à costela. Assim você leva menos calorias e gordura saturada, aquela que faz mal ao coração, para o prato. E, em vez da fritura, opte pelo preparo no forno.

    3. Rúcula: Folha antigastrite

    A rúcula é cultuada há séculos pelos povos do mediterrâneo por seus poderes digestivos e até afrodisíacos. Pois em matéria de estômago a hortaliça merece mesmo o crédito. Cientistas da Universidade King Saud, na Arábia Saudita, testaram o extrato do vegetal em ratos e notaram que ele tem um potente efeito contra gastrites e úlceras. Isso sugere, especialmente a quem sofre daquela queimação, que a rúcula ajuda a apagar o problema. Segundo os árabes, a folha trabalha modulando a inflamação no estômago. “Além de vitaminas e minerais, ela tem ômega-3, gordura de atividade anti-inflamatória”, diz a nutricionista Mariana Excel, do Hospital Samaritano de São Paulo. Aproveite a rúcula em saladas de uma a duas vezes ao dia. “Só evite picá-la, porque assim ela perde mais rápido suas propriedades”, orienta Mariana. A quem bate o pé para o seu gosto forte, que tal degustá-la sobre uma pizza?

    4. Acerola: Pequena guardiã de genoma

    A acerola é famosa por ser um reduto de vitamina C e outros compostos que fazem a segurança das nossas células. Em laboratório, uma equipe da Universidade Luterana do Brasil, em Canoas, no rio Grande do Sul, decidiu mensurar seus componentes e seu efeito sobre o nosso dna comparando as frutas verde e madura. “Embora a verde tenha mais vitamina C, encontramos mais flavonoides, que também são antioxidantes, na madura”, conta a bióloga juliana da Silva. “Essas substâncias protegem o genoma de alterações causadas pelos radicais livres”, diz. Isso se traduz, em tese, em menor risco de uma série de doenças ligadas ao envelhecimento. Como ninguém come acerola verde, aposte na vermelha especialmente nos sucos — uma forma de driblar a acidez. Também dá para lançar mão da polpa congelada, já que as doses de vitamina C não caem muito.

    5. Aveia: Ceral multiprevenção

    A aveia foi catalogada como um dos primeiros alimentos funcionais da história, porque, além de dar energia ao organismo, fornece substâncias capazes de evitar doenças. o grande diferencial desse grão é ser carregado de uma fibra solúvel, a betaglucana, que reduz o colesterol ruim, auxilia a controlar a carga de açúcar no sangue e até diminuiria o risco de alguns tumores. Com o objetivo de maximizar esse poder preventivo, estudiosos da Universidade Federal do rio Grande do Sul estão modificando o alimento para elevar a quantidade desse nutriente. “Queremos ampliar o teor de betaglucana de 4,5 para 8%, sem afetar os demais componentes nem alterar seu sabor”, esclarece o agrônomo luiz Carlos Federizzi, responsável pelo projeto. assim, será possível comer menos aveia no dia a dia para conquistar seus múltiplos benefícios.
    Dicas de consumo
    Esse cereal é extremamente versátil. Pode ser misturado a frutas, iogurtes e vitaminas, assim como incorporado a receitas de pães, tortas e bolos. Dá para salpicá-lo não apenas sobre doces mas também em saladas e pratos salgados. Está disponível nas formas de farinha, farelo e flocos.

    6. Romã: Sorte para os vasos

    Algumas famílias cultivam o hábito de saborear sementes de romã na virada do ano para serem abençoadas com sorte e fortuna na nova temporada. essa superstição pode ser levada a sério e adotada ao longo do ano se você quiser dar uma força ao controle da pressão e dos níveis de gordura no sangue. em um estudo israelense com pessoas em tratamento de insuficiência renal, o suco da fruta ajudou a relaxar os vasos e livrá-los de lesões. ao que tudo indica, a romã in natura apresentaria efeito parecido graças a seus antioxidantes. “notamos que ela diminui os triglicérides e aumenta o colesterol bom”, conta Shema lilach, pesquisadora do Western Galilee Hospital, em israel.

    7. Melância: Vai uma fatia para o coração?

    Um trabalho da Universidade de Kentucky, nos estados Unidos, revela que a melancia presta um belo serviço à circulação sanguínea. em um experimento com o seu suco administrado a cobaias, os especialistas perceberam que o preparo fez diminuir a massa gorda e a formação de placas nos vasos. “a própria fruta também deve exercer esse desempenho”, diz o líder do estudo, Sibu Saha. ora, a melancia é rica em citrulina, substância que, dentro do corpo, aciona um mecanismo de relaxamento das artérias. de acordo com a nutricionista regina Pereira, da Sociedade de Cardiologia do estado de São Paulo, ela se encontra tanto na parte vermelha quanto na branca. “Como a fruta tem bastante açúcar, é melhor consumir entre as refeições para evitar picos glicêmicos”, recomenda.

    8. Feijão: Grão de fibra

    O último vigitel — enquete telefônica realizada em todo o país pelo Ministério da Saúde — constatou que o brasileiro está comendo cada vez menos feijão. Se você é integrante desse movimento, trate de reconvid-lo à rotina. o grão — e isso vale para todas as variedades — guarda proteína, fibras e minerais como o ferro, que afasta a anemia. “Mesmo quem está de regime pode consumilo, uma vez que ele contribui para a saciedade e ajuda a preservar a massa magra”, aconselha a nutricionista Carolina duarte, da clínica nutrício, em Belo Horizonte.
    Dica de consumo
    Para aproveitar melhor o feijão, deixe-o de molho por 12 horas, jogue a água fora, lave mais uma vez os grãos e cozinhe-os com água nova. “Isso elimina substâncias que atrapalham a absorção dos nutrientes e ainda ajuda, mais tarde, a reduzir os gases”, diz Carolina. Há indícios de que botar folhas de louro na hora do cozimento também minimizaria flatulências.

    9. Café: Goles que espantam o câncer

    O cafezinho não afugenta só aquela preguiça. Bastante investigado nos últimos anos, ele vem demonstrando que defende o coração, afasta a depressão e, agora sim, lá vem notícia: até ajuda a impedir o surgimento de certos tumores. a chancela vem de um estudo da respeitada Universidade Harvard, que averiguou dados de cerca de 67 mil americanas. entre aquelas que bebiam mais de quatro xícaras por dia, observou-se um risco 25% menor de ter um câncer no endométrio, tecido que reveste o útero. Muito café? Pois saiba que as mulheres que tomaram duas xícaras tiveram um risco 7% menor. “a bebida tem um alto poder antioxidante e anti-inflamatório, o que justificaria sua proteção contra alguns tipos de câncer”, afirma a nutricionista Youjin je, uma das autoras do trabalho, que não levou em conta o tipo de café nem o preparo.
    Dica de consumo
    Procure sempre tomar o café logo depois de pronto — e isso vale tanto para a bebida coada quanto para o expresso. Evite deixá-lo em garrafas térmicas, principalmente se estiver adoçado. Aliás, para tirar proveito dos seus compostos protetores, maneire no açúcar ou adoçante e nunca coloque cremes ou chantilly.

    10. Pêssego: Bonito, não só na aparência

    Quando a gente pensa em pêssego, vem à cabeça uma fruta linda e suculenta. Só que a realidade nem sempre é a mesma: por vezes deparamos com exemplares mirrados, sem cor, ácidos e que ainda estragam em pouco tempo. a empresa Brasileira de Pesquisa agropecuária desenvolveu novos cultivares com pêssegos mais vistosos, carnudos e doces, algo que ajuda a driblar de vez as resistências ao alimento. “essas mudanças são ótimas porque estimulam o consumo de uma fruta pouco calórica e repleta de antioxidantes e fibras”, opina a nutricionista Carolina duarte.

    11. Ovo: Da galinha para cuca

    Os ovos já foram resgatados do ostracismo na culinária saudável, mas ganham ainda mais reconhecimento com uma descoberta da professora de neurologia Rhoda Au e colegas da Universidade de Boston, nos Estados Unidos. Eles decifraram um elo entre a ingestão de colina, substância encontrada sobretudo na gema, e uma maior proteção do cérebro contra o avançar da idade. “Ela é precursora da acetilcolina, essencial à transmissão dos impulsos nervosos”, explica Rhoda. Sabe-se que portadores de Alzheimer possuem uma menor concentração desse mensageiro químico.
    Dica de consumo
    Pessoas com diabete ou alto risco cardíaco devem se limitar a três unidades de ovo por semana. Mas mesmo livre de problemas vale evitar o abuso no dia a dia, por causa do colesterol e da gordura. Em vez de fritar, dê preferência ao ovo cozido ou pochê, feito com água. No preparo de ovos mexidos e omeletes, use pouquíssimo óleo.

    12. Iogurte: Hóspedes especiais

    Não param de sair pesquisas esmiuçando a importância dos probióticos, bactérias benignas presentes em iogurtes e leites fermentados, na prevenção e no controle de males que vão de constipação a obesidade. Nessa linha, cientistas da Universidade de Washington, em solo americano, flagraram em ratos que o consumo de probióticos interfere no aproveitamento de nutrientes no intestino, o que pode ajudar a entender o impacto desses micro-organismos na regulação do corpo e na manutenção do peso. “Isso precisa ser avaliado em seres humanos, mas já sabemos que os probióticos melhoram a nossa flora e a imunidade”, diz o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista.
    Dica de consumo
    Nem todo iogurte tem bactérias probióticas. Por isso, trate de verificar o rótulo dos produtos, que informa se eles pertencem ou não a essa categoria. Para obter seus benefícios, eles devem ser consumidos diariamente.

    Fonte: Revista SAÚDE

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